Mais do que acompanhar. Saber quando agir.
Aprenda a estruturar o seguimento do bebê prematuro e de alto risco após a alta hospitalar, reconhecendo o que precisa ser observado, quando investigar e quando intervir.
Uma formação construída a partir de anos de prática em Neonatologia, acompanhamento ambulatorial e medicina baseada em evidências, para transformar conhecimento em decisões clínicas mais seguras.
Com Dra. Gabriela Giglio

Ela marca o início de uma nova etapa.
Depois de dias ou meses de internação, aquele bebê finalmente vai para casa.
Mas a prematuridade vai junto.
Crescimento, desenvolvimento, alimentação, suplementação, vacinação, exames, comorbidades e possíveis repercussões da internação continuam exigindo acompanhamento.
E é nesse momento que o pediatra que recebe esse bebê no consultório assume um papel fundamental.
Cada consulta é uma oportunidade de identificar alterações precocemente, orientar a família e tomar decisões capazes de impactar toda a trajetória daquela criança.
O problema?
Poucos profissionais foram preparados, de maneira estruturada, para fazer esse seguimento.
Talvez algumas destas perguntas já tenham surgido:
Ter essas dúvidas não significa não saber Pediatria.
Significa que acompanhar um bebê prematuro exige um raciocínio diferente daquele utilizado na puericultura habitual.


É isso que torna o acompanhamento mais completo, otimizado e seguro.
Todos os anos, milhares de bebês prematuros deixam as UTIs neonatais e continuam precisando de acompanhamento especializado.
Mas ainda são poucos os pediatras que dominam esse seguimento.
E existe aqui uma oportunidade profissional importante.
Ao desenvolver essa competência, você amplia sua capacidade clínica e passa a oferecer um acompanhamento diferenciado para um grupo de pacientes que exige conhecimento específico.
mais segurança para assumir casos complexos;
mais confiança das famílias;
mais encaminhamentos entre colegas;
maior diferenciação profissional;
a possibilidade de se tornar referência nessa área.
Existe uma necessidade assistencial.
E existe espaço para o profissional preparado para atendê-la.

Depois de mais de anos acompanhando bebês prematuros e de alto risco, a Dra. Gabriela percebeu algo recorrente:
excelentes pediatras ainda se sentem inseguros quando esses pacientes chegam ao consultório.
Não necessariamente porque falta conhecimento.
Mas porque muitas vezes faltou alguém que organizasse esse conhecimento e mostrasse, de maneira prática, como estruturar o seguimento.
A Formação Puericultura do Bebê Prematuro e de Alto Risco foi criada para preencher essa distância entre:
Saber sobre prematuridade e saber conduzir um prematuro no consultório.
Você deixa de depender do improviso.
E passa a saber quais informações precisam estar presentes desde a primeira consulta pós-alta.
Você deixa de olhar cada informação isoladamente.
E aprende a integrar história neonatal, crescimento, alimentação, desenvolvimento, exames e comorbidades.
Você deixa de apenas identificar alterações.
E desenvolve critérios para saber quando observar, investigar, intervir ou encaminhar.
Você deixa de conduzir esse paciente como um bebê a termo.
E passa a compreender as particularidades que precisam orientar seu seguimento.

Dra. Gabriela Giglio é médica pediatra e neonatologista, especializada no cuidado de bebês prematuros e de alto risco.
Atua na UTI Neonatal do Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto, realizando também a recepção de recém-nascidos de baixa e alta complexidade em sala de parto, incluindo prematuros, bebês com malformações e síndromes genéticas.
No consultório, realiza o seguimento de recém-nascidos com necessidades complexas, acompanhando esses pacientes do período neonatal ao desenvolvimento durante a infância.
Também é docente do curso de Medicina da FACERES.
Sua experiência reúne:
Neonatologia + seguimento ambulatorial + docência + prática clínica + medicina baseada em evidências.
E foi justamente a vivência dos dois lados — o bebê dentro da UTI e o bebê depois dela — que deu origem à esta Formação.
Antes de virar aula, esse cuidado já era rotina. As decisões que você vai estudar nesta Formação foram tomadas aqui, com bebês reais.



















Antes de ensinar outros profissionais, esse cuidado já fazia parte da vida de muitas famílias.









Existem anos de prática por trás delas.
Mais de uma década de experiência não cabe em oito horas.
Mas parte dos raciocínios, critérios e ferramentas construídos ao longo dessa trajetória pode ser organizada para que você não precise começar do zero e aprender tudo apenas à medida que os casos aparecem.

Carga horária aproximada: 8 horas.
Quando um bebê prematuro estiver diante de você meses depois, não basta lembrar que determinada informação estava em uma aula.
Você precisa ter uma estrutura que possa ser consultada e que ajude a organizar seu atendimento.
Por isso, parte do conhecimento da Formação foi transformada em materiais de apoio à prática clínica:
O bebê prematuro não precisa apenas de acompanhamento.
Precisa encontrar um profissional que compreenda sua história e saiba conduzir suas particularidades.
Dominar esse seguimento permite que você desenvolva uma competência específica dentro da Pediatria e construa autoridade a partir de algo muito concreto:
saber cuidar de pacientes que muitos profissionais ainda não se sentem seguros para acompanhar.
Não é apenas uma oportunidade de mercado.
É uma necessidade real que ainda precisa de profissionais preparados.

A puericultura do bebê prematuro e de alto risco representa mais do que a aquisição de um novo conhecimento. É a possibilidade de desenvolver uma atuação especializada, assumir casos de maior complexidade com segurança e construir autoridade em uma área que ainda carece de profissionais preparados.
Opção 1
Para quem deseja construir uma estrutura segura para iniciar ou aprimorar o acompanhamento de bebês prematuros e de alto risco.
Opção 2
Da aula para dentro do consultório da Dra. Gabriela.
Para o profissional que, além de aprender o conteúdo, quer observar como esse raciocínio acontece diante de pacientes reais.
É que, quando um bebê prematuro chegar ao seu consultório, você tenha uma estrutura para pensar:
Porque é isso que transforma conhecimento em segurança clínica.
Mais do que acompanhar. Saber quando agir.
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